Claudinho Pé no Chão assume presidência de nova zonal do PT e reafirma a força política da Zona Oeste
Claudinho Pé no Chão assume presidência de nova zonal do PT e reafirma a força política da Zona Oeste
Claudinho Pé no Chão assume presidência de nova zonal do PT e reafirma a força política da Zona Oeste
A Zona Oeste do Rio de Janeiro viveu, no dia 31 de janeiro de 2026, um momento marcante para sua organização política e para a militância de esquerda na cidade. Em um evento concorrido, carregado de simbolismo e emoção, Claudinho Pé no Chão tomou posse como presidente da nova zonal do Partido dos Trabalhadores (PT) da Zona Oeste, consolidando um novo ciclo de articulação partidária voltado às bases populares da região.
A cerimônia reuniu militantes históricos, lideranças comunitárias, representantes de movimentos sociais, familiares, amigos e moradores de diversos bairros, com destaque para Bangu e suas adjacências. O ato político também contou com a presença de importantes quadros do partido e de autoridades públicas, entre elas o Secretário Municipal de Habitação da cidade do Rio de Janeiro, Adilson Pires, cuja participação foi vista como um sinal de diálogo direto entre o poder público e as demandas históricas da Zona Oeste.
Desde as primeiras horas, o ambiente do evento refletia o espírito que marcaria toda a cerimônia: proximidade com o povo, escuta e compromisso com a realidade concreta dos territórios. Bandeiras do PT, palavras de ordem e manifestações culturais deram o tom de um encontro que foi além de um rito formal de posse, transformando-se em um espaço de reafirmação política e identidade coletiva.
Ao assumir a presidência da nova zonal, Claudinho Pé no Chão fez um discurso que sintetizou sua trajetória e o sentido político do momento. Dirigindo-se aos presentes, iniciou saudando “companheiros de luta, amigos, familiares e moradores da nossa querida Zona Oeste”, deixando claro que sua fala partia do reconhecimento da militância e da vivência cotidiana nos bairros da região.
Em um dos trechos mais marcantes, Claudinho afirmou que assumir a presidência da zonal não representa apenas ocupar um cargo partidário, mas sim um compromisso profundo com o território. “Estar aqui hoje não é apenas ocupar um cargo; é assumir um compromisso com o chão onde pisamos”, declarou, sendo interrompido por aplausos. A frase resume a identidade política que lhe rendeu o apelido “Pé no Chão”: uma atuação enraizada na realidade das comunidades, distante de práticas burocráticas e conectada às necessidades reais da população.
O novo presidente da zonal também fez questão de agradecer a confiança depositada em seu nome, ressaltando que a construção da nova instância partidária é fruto de um esforço coletivo. Segundo ele, a criação da zonal representa uma ferramenta estratégica para fortalecer a organização do PT na Zona Oeste, ampliar a participação popular e qualificar o debate político em uma das regiões mais populosas e, ao mesmo tempo, mais negligenciadas da cidade.
Em outro momento de destaque do discurso, Claudinho reforçou a importância simbólica e política da região. “A Zona Oeste não é apenas uma área, é uma potência de identidade e resistência, e merece uma representação política à altura da sua grandeza”, afirmou. A fala ecoou entre os presentes, muitos dos quais vivenciam diariamente os desafios relacionados à moradia, transporte, saneamento, acesso a serviços públicos e oportunidades de trabalho.
A presença do Secretário Municipal de Habitação, Adilson Pires, reforçou o peso político do evento. Em sua participação, o secretário destacou a relevância do diálogo com as lideranças territoriais e reconheceu a Zona Oeste como prioridade nas políticas públicas de habitação. Sua fala foi recebida como um gesto de aproximação institucional e um indicativo de que a nova zonal poderá desempenhar papel importante na mediação entre o governo municipal, o partido e as comunidades.
Diversas lideranças do PT da cidade do Rio de Janeiro e da Zona Oeste também marcaram presença, ressaltando a importância da unidade partidária e do fortalecimento das instâncias locais. Em comum, os discursos apontaram a necessidade de reorganizar o partido a partir das bases, recuperar a confiança popular e construir alternativas políticas que dialoguem com a realidade concreta das periferias urbanas.
O clima do evento foi de esperança, mas também de consciência dos desafios que se colocam no horizonte. A Zona Oeste, apesar de sua dimensão territorial e populacional, ainda convive com profundas desigualdades sociais e com um histórico de abandono por parte do poder público. Nesse contexto, a posse de Claudinho Pé no Chão foi vista como um passo importante para dar visibilidade às pautas da região e articular soluções coletivas.
Ao encerrar sua fala, Claudinho reafirmou o caráter coletivo de sua missão e convocou a militância para o trabalho cotidiano. “Com os pés no chão e o coração na esperança, declaro que o trabalho começa agora. Por Bangu, pelas adjacências e por um Brasil que cuida dos seus”, concluiu, sendo novamente aplaudido de pé.
A posse de Claudinho Pé no Chão à frente da nova zonal do PT da Zona Oeste simboliza mais do que uma mudança organizativa interna. Representa a reafirmação de um projeto político que busca reconstruir laços com as comunidades, valorizar a identidade dos territórios e fortalecer a participação popular como caminho para enfrentar desigualdades históricas. Para a militância presente, o dia 31 de janeiro de 2026 ficará marcado como o início de uma nova etapa de luta, organização e esperança na Zona Oeste do Rio de Janeiro.






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